Seu site está cheio de coisas que ninguém mais lembra para que servem?

manutencao site

Se alguém perguntar para você para que serve cada plugin, script, formulário, integração e código instalado no seu site, você saberia responder? e não precisa responder agora.

Talvez seja melhor pensar um pouco.

Dependendo de quanto tempo seu site está no ar, existe uma possibilidade razoável de que você tenha acabado de lembrar de algumas coisas que estão lá há anos e que ninguém mais sabe exatamente por quê.

E não, isso não significa necessariamente que seu site esteja com problemas. Significa apenas que ele pode ter acumulado uma boa quantidade de história. Algumas que faziam sentido para o momento mas outras que não são mais representativas da empresa. Quanto se trata esse assunto em um blog, isso é óitmo, mas quando se tratam de informações profissionais, nem tanto.

Tudo começou com uma boa ideia

Quase tudo que existe dentro de um site foi colocado ali por algum motivo:

  • Alguém precisava de um formulário. >Foi instalado um plugin.
  • Alguém queria acompanhar as visitas > Foi colocado um código.
  • A empresa começou a usar uma ferramenta de atendimento. >Entrou uma integração.
  • Foi feita uma campanha. > Outro script apareceu.
  • Um recurso novo parecia interessante. >Mais um plugin.

E assim o site vai crescendo.

Não necessariamente em conteúdo ou qualidade, mas em camadas.

O problema é que o site pode continuar recebendo coisas novas com muito mais frequência do que ter coisas antigas sendo retiradas e com isso temo a fatídica conclusão porquê os acessos ao meu site diminuíram, porque chegam menos contatos pelo formulário ou whtasapp? Mas calma que isso tem solução.

O problema é que ninguém tira nada depois

É muito fácil instalar alguma coisa em um site. Mais fácil ainda quando ela resolve um problema naquele momento.

O difícil é voltar alguns meses ou alguns anos depois e perguntar: “Isso ainda é necessário?”

  • A campanha terminou, mas o código ficou.
  • A ferramenta deixou de ser utilizada, mas aintegração permaneceu.
  • O formulário antigo não é mais usado, mas continua publicado.
  • O plugin foi instalado para uma necessidade específica e ninguém lembra mais qual era.

E existe uma frase extremamente perigosa no mundo dos sites:

“Melhor deixar aí. Vai que a gente precise algum dia.”

Às vezes, o “algum dia” nunca chegam, mas o plugin continua lá. ou ainda pior o “algum dia” chega e se instale outro plugin para resolver a necessidade sem se verificar se os que já estão instalados também não poderiam resolver a tal necessidade.

Esse é um dos exemplos mais comuns.

Um site WordPress pode ter plugins instalados para praticamente qualquer coisa: segurança, formulários, SEO, imagens, estatísticas, cache, redes sociais, backups, integração com serviços externos e muito mais.

Isso não significa que ter muitos plugins seja necessariamente ruim. O problema começa quando ninguém consegue explicar por que determinado plugin está instalado.

Pior ainda quando ninguém sabe se ele pode ser removido.

E existe uma diferença importante entre:

“Esse plugin é importante.”

e

“Acho que esse plugin é importante.”

A primeira frase vem acompanhada de uma explicação.

A segunda normalmente vem acompanhada de silêncio.

Códigos, scripts e integrações esquecidos

Plugins são fáceis de enxergar mas nem tudo que está funcionando dentro de um site aparece na lista de plugins.

  • Pode existir código inserido diretamente no tema.
  • Scripts de ferramentas externas.
  • Códigos de acompanhamento.
  • Integrações com plataformas.
  • Widgets de conteúdo
  • Widgets de programação
  • Serviços de terceiros.
  • Redirecionamentos.
  • Trechos adicionados para resolver algum problema específico.

E, em alguns casos, ninguém sabe exatamente quem colocou aquilo ali. Talvez tenha sido o antigo desenvolvedor, talvez uma agência. talvez um funcionário, talvez alguém que já nem trabalha mais na empresa.

E o código? Continua lá…. Seá que é importante? Ninguém Sabe… Pode ser excluído? Ninguém Sabe….

E antes de excluir qualquer código ou recurso é extremamente importante porque um dia ele existiu e qual a necessidade que ele atendeu naquele momento.

Aquele recurso que ninguém sabe quem colocou

Essa situação é mais comum do que parece. Alguém abre o site e encontra alguma coisa que não reconhece.

Pergunta:

“Quem colocou isso aqui?”

….Silêncio.

Pergunta para outra pessoa…

“Não fui eu.”

Pergunta para quem está há mais tempo na empresa.

“Acho que já estava aí quando eu cheguei.”

Pronto. Nasceu oficialmente um patrimônio histórico digital que, talvez seja totalmente desnecessário para os usuários atuais.

O problema não é apenas descobrir de onde aquilo veio. É descobrir o que acontece se aquilo for retirado.

Porque ninguém deveria precisar manter alguma coisa indefinidamente apenas porque tem medo de descobrir que ela era importante.

Quando ninguém mais sabe o que pode ser removido

É aí que a situação começa a ficar realmente interessante.

Um site saudável não é necessariamente aquele que tem poucos plugins, poucos scripts ou poucas integrações.

É aquele em que existe algum conhecimento sobre o que está instalado, por que está instalado e o que depende daquilo.

Se ninguém sabe responder essas perguntas, qualquer alteração pode virar uma aposta.

  • “Vamos tirar esse plugin para ver se melhora.”
  • “Vamos remover esse código.”
  • “Vamos desativar essa integração.”

Pode funcionar mas pode também fazer alguma coisa parar de funcionar em outro lugar. E o pior cenário nem sempre é um erro imediatamente visível. Às vezes o site continua abrindo normalmente. Só que um formulário deixou de enviar mensagens. Uma estatística parou de registrar acessos. Uma integração deixou de funcionar. Uma página perdeu alguma funcionalidade.

E ninguém percebeu.

O site continua funcionando. Até quando?

Essa é uma das armadilhas de um site antigo.

Ele pode continuar funcionando por anos mesmo carregando uma coleção de coisas desatualizadas que foram sendo adicionadas ao longo do tempo.

Isso cria uma falsa sensação de que está tudo bem. Afinal, quando você acessa o endereço, a página abre.

Mas “o site abre” é uma verificação bastante limitada. É como olhar para um carro parado na garagem e concluir que ele está perfeito porque a pintura ainda está bonita.

Um site pode abrir normalmente e, ao mesmo tempo, carregar recursos desnecessários, utilizar componentes antigos ou depender de coisas que ninguém mais acompanha.

Não significa que algo esteja prestes a quebrar. Significa apenas que ninguém deveria esperar a quebra para começar a entender como o site funciona.

Uma limpeza de vez em quando também é manutenção

Manutenção de site não deveria significar apenas atualizar tudo o que aparece com um botão escrito “Atualizar”.

Também existe uma parte menos visível: entender o que ainda faz sentido continuar ali.

Isso pode envolver:

  • verificar plugins que não são mais utilizados;
  • identificar recursos duplicados;
  • revisar integrações antigas;
  • procurar scripts que não têm mais função;
  • conferir formulários esquecidos;
  • revisar ferramentas que já não são utilizadas;
  • identificar códigos adicionados para situações que já passaram;
  • verificar se existem componentes que ninguém mais sabe explicar.

E existe uma regra simples que ajuda bastante:

Antes de remover alguma coisa, descubra para que ela serve.

Parece óbvio. Mas é justamente a falta dessa etapa que transforma uma limpeza aparentemente simples em um problema.

Seu site precisa mesmo de tudo aquilo?

Talvez sim…. Talvez não.

E essa é justamente a pergunta que vale a pena fazer.

Seu site pode ter cinco plugins e estar cheio de coisas desnecessárias.

Pode ter vinte plugins e estar perfeitamente organizado.

A quantidade, sozinha, não conta toda a história.

O que importa é saber o que existe, por que existe e se ainda existe uma razão para continuar existindo.

Se o seu site tem alguns meses, talvez esse problema nem exista. Mas se ele está no ar há cinco, oito ou dez anos, passou por diferentes profissionais, recebeu campanhas, mudanças, ferramentas, integrações e adaptações…

Bom.

Talvez seja interessante dar uma olhada naquela gaveta.

Você sabe.

Aquela gaveta digital onde ninguém joga nada fora porque: “Vai que um dia a gente precise.”

Esse dia pode nunca chegar.

Talvez esteja na hora de descobrir o que está lá dentro, talvez esteja na hora de acionar:

https://www.hostmeta.com.br/manutencao-de-site/

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